Em outubro de 1995, aos sete anos de idade, o iluminado Antonio Brunno é proclamado vicentino na Conf. Nossa Senhora da Natividade no Conselho Particular Santo Inácio de Loyola, pelo saudoso Confrade Nelson Barbosa, então presidente do Conselho Central São Luís Rei de França.

Antonio Brunno viveu 15 anos initerrupto na igreja e nos trabalhos da caridade atuando em conferências vicentinas. Sempre humilde e vivendo uma perfeita humildade, nunca quiz aquilo que a ele era impossível e nunca buscou aquilo que não encontraria, foi assim que se fazia a cada dia menor, sem querer aparecer e sem buscar elogios e nem se mostrar pelo bem que fazia. Foi assim que se tornou ou foi chamado de: O DESCONHECIDO ANTONIO BRUNNO, título adquirido depois de seu falecimento.

Imbuído em fazer o bem, o iluminado Antonio Brunno gostava de está onde alguém precisava dele. Durante toda sua vida, nunca quiz saber de grandeza, nunca quiz viver fora dos padrões de sua igreja e de sua religiosidade. Após seu aperfeiçamento cristão, Brunno não quiz mais saber de outro caminho a não ser o do crescimento espiritual.

Em sua genética, já havia caridade, paz, paciencia e dom da espera; tudo herdado de seu bizavô o também iluminado Pedro Lima, que em vida, buscou fazer o bem e viveu uma especial vida de espera. E na espera, sofreu as demoras do Senhor; sem reclamar ou ofender a Deus, viveu a esperiencia da caridade enquanto sofria de uma doença que maltratava.

Assim, com seu ingresso na SSVP, inicia sua caminhada rumo ao crescimento como cristão e em busca do aperfeiçoamento de sua índole caritativa. Nascido de uma família cristã e de índole voltada a caridade, o iluminado Antonio Brunno necessitava apenas de um aperfeiçoamento naquilo que já existia. Para isso acontecer de forma correta e talvez mais rápidamente, foi levado ainda criança para um grupo capaz de tornar o jovem, uma pessoa iluminada na pratica da caridade. Aceitando o desafio, lançou-se de cabeça num projeto que mais se parecia com um projeto do céu:

Viver ainda criança uma vida de amor aos pobres, tornando-se pobre para melhor conhecer a dor do pobre.

Neste espírito, voltamos a seu bizavô, que vivendo na pobreza, gostava de ajudar e se sentia bem quando de alguma forma ajudava as pessoas.”

Com o crescimeto espiritual na SSVP, Brunno se torna tesoureiro mirim da conferência Santo Antonio Pádua. Primeira conferência jovem criado no cohatrac pelo então conselho Santo Inácio de Loyola, na presidencia do saudoso presidente confrade José Ameida Costa, que não media esforços no apoio aos jovens que se interessavam na época pela Sociedade de São Vicente de Paula. .

A conferência Santo Antonio de Pádua, foi um desmembramento da conferência Nossa Senhora de Nazaré, com a participação do jovem Antonio Brunno”

Inicia-se aí uma grande caminhada quando o jovem ( criança ) é levado ás casas dos assistidos em visitas semanais. Talvez o que diferênciou dos outros jovens, pois Brunno sempre esteve em contado com o mundo dos carentes e passou a viver isso com naturalidade e aprendendo as coisas dos pobres com os pobres que ele conhecia.

Passado o tempo o jovem desenvolve-se e desenvolve também suas habilidades, quando junto com os pais estar presente na criação de algumas conferências vicentinas em sua comunidade: